quinta-feira, 19 de maio de 2011
teste
https://docs.google.com/present/view?id=d4s5tq2_286g6mcbgw&interval=30&autoStart=true&loop=true
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O PROFESSOR É UMA VÍTIMA
- Gilberto Dimenstein
Imagina-se que, mesmo com o anonimato, o estudante teria receio de registrar uma confissão. Mesmo assim, cerca de 30% admitiram ter falsificado algum documento escolar (nota de boletim, por exemplo) e depredado insatalações.
Quase 40% viram arma branca carregada por um colega; 10% admitiram terem ido armados para a sala de aula. Cerca de 50% disseram ter sido vítima de furto; 37% sofreram ameaças de agressão; 35% tiveram seus pertences danificados.
Por causa da insegurança, uma expressiva parcela - 1 em cada 5 - revelou ter deixado, pelo menos uma vez, de ir à escola.
Detalhe relevante: destinada a investigar o cotidiano escolar, a pesquisa não captou a diferença entre os delitos nas instituições públicas e privadas.
Projeto-piloto preparado pelo Ilanud (Instituto Latino-Americano de Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente), a investigação vai ser reproduzida em nove regiões metropolitanas brasileiras; a Fiocruz, do Ministério d Saúde, vai abordar a violência pela ótica do professor.
Essa primeira experiência realizada em São Paulo mostra como a escola reflete uma sociedade na qual a norma é o desrespeito e falta de ética, com furtos, agressões, falsificações e depredações.
Quando indagados, na pesquisa, sobre os problemas de sua escola, os estudantes reclamaram do excesso de alunos em sala de aula, falta de interesse dos pais, vandalismo, tráfico de drogas e brigas de gangues.
Os alunos se vêem como vítimas. Pouco do que acontece, afirma, é de sua responsabilidade. Entre os menores problemas, segundo a listagemdo Ilanud, estão a falta de interesse e respeito deles; a culpa é do outro.
Até certo ponto o aluno é massacrado.
O massacre menos falado, porém, é o do professor, vítima desse ambiente de desrespeito.
A regra é: ganha pouco, tem carga horária pesada, enfrenta classes lotadas. O inferno mesmo é a indisciplina. Tanto nas públicas comonas privadas.
Ano a ano, os professores dizem ser maisdifícil controlar a sala, salpicada de alunos dispersos ou baderneiros. Já ouvi relatos dramáticos de professores que caem em depressão, por se sentirem humilhados por patricinhas e mauricinhos, incorporando a impunidade nacional.
Estudantes de classe média agem como se os professores, em geral de poder aquisitivo menor, fosse subalternos, empregados que devem ouvir ordens.
Parte da indisciplina é provocada porque o professor é desestimulado, despreparado, o currículo desadaptado da realidade - nenhum educador sério irá discordar dessas carências.
Mas parte é provocada porque pais, por falta de tempo e disposição de se aborrecer, não ensinam limites aos filhos - muitas vezes nem ética. Não dão, portanto, exemplo de respeito.
Porque pagam, terceirizam a educação ética e moral dos filhos, supondo que um professor vai seduzir uma classe de 50 alunos - isso quando dois pais não seduzem um único filho, escravo do desejo em tempo real, desacostumado a se frustrar.
A educação é por definição, estabelecer limites - limites, por exemplo, entre o que não sabemos e temos de saber para enfrentar desafios e obstáculos.
Para ser funcional, o aprendizado exige necessariamente disciplina. Não aquela disciplina burra e autoritária de quem impõe silêncio, obediência, servilidade. Mas o espaço no qual alguém se sente compelido e estimulado a aprender, organizar-se para sitematizar as informações e respeita quem pode ajudá-lo a navegar pelo conhecimento.
Pegue-se o mais indisciplinado e tresloucado roqueiro, que detestava ir à escola - e, no caso dele, talvez com boas razões. Ali não encontraria espaço para dons e sonhos.
Mas a paixão pela música faz dele um ser com grau máximo de disciplina. Basta ver quantas horas ele, absorto do mundo e compenetrado nas cordas, gasta aprendendo a tocar melhor a guitarra, para desgostodos vizinhos.
Tenho dito e repetido que, para uma nação, nenhuma atividade é mais esencial do que o educar - nem mesmo a medicina, que salva vidas, é tão estratégica. Ou o jornalismo, que assegura a liberdade de estar informado. Ninguém é de fato saudável e bem informado se não for educado.
Condenar o professor à prisão em sala de aula é ovio, condenar o país à falta de saúde intelectual.
PS - Pela sua importância, a pesquisa exclusiva está publicada no UOL (no endereço www.aprendiz.com.br).
É leitura obrigatória não só para quem persegue uma educação melhor, mas uma comunidade mais pacífica.
terça-feira, 17 de maio de 2011
E ainda chamam os POLITICOS de palhaços.... que FALTA de respeito........com os verdadeiros palhaços
Os palhaços devem ser respeitados, muitos chamam nossos políticos pelo nome errado, palhaço é palhaço, o nome que se dá a um político é outro (...).
Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.
Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria.
Mas que espécie vens tu a ser?, perguntou Leo.
Sou um palhaço, respondi eu, e colecciono instantes. Adeus.
A personalidade do palhaço sai com água.
Podemos tirar o nariz de palhaço e construir algo real com nossas escolhas.
O palhaço não sou eu, mas sim esta sociedade monstruosamente cínica e tão ingenuamente inconsciente que joga ao jogo da seriedade para melhor esconder a loucura.
Devemos visitar os bastidores de nossa alma, fantasiados de palhaço. Dessa forma, podemos sorrir de nossas falhas e tripudiar das inseguranças, atraindo-as para o nosso maior aliado: o picadeiro. É aqui, que as feras de orelhas enormes minguam ao som dos aplausos de Deus e dos nossos amigos.
"Ao médico, o dom da cura
Ao dentista, o sorriso
Ao palhaço, as crianças
Ao amigo, bons conselhos
Ao poeta, palavras de amor."
Cultivemos o riso contra as armas que destroem a vida. O Riso que resiste ao ódio, à fome e as injustiças do mundo. Cultivemos o riso. Mas não o riso que descrimine o outro pela sua cor, religião, etnia, gostos e costumes. CULTIVEMOS O RISO PARA CELEBRAR AS NOSSAS DIFERENÇAS.
A alegria não está no circo. Está no palhaço.
L-E-I-A para ser mais prático e feliz

Mandamentos da boa convivência
1- Lembre-se de que você é um ser social; você precisa dos outros e os outros precisam de você. É a união que faz a força.
2- Controle as suas palavras, fale o necessário e em um tom de voz agradável.
3- Não magoe os outros com brincadeiras de mau gosto ou palavras ofensivas.
4- Não comente os defeitos alheios nem faça mexericos.
5- Tenha uma mente aberta para respeitar as opiniões dos outros e saiba discordar sem ofender.
6- Seja alegre e otimista. Irradie em volta de si um ambiente de bondade e confiança.
7- Mostre interesse por tudo que os outros fazem ou gostam. Alegra-se com os que estão alegres e dê seu apoio aos que estão em dificuldades.
8- Elogie os bons trabalhos, mesmo que não saiba quem os tenha feito.
9- Faça poucas promessas e cumpra-as.
10- Não seja mercenário a ponto de só fazer o bem a troco de recompensas.
OS 10 MANDAMENTOS DA CASA
1- Se você acendeu, APAGUE
2- Se você abriu, FECHE
3- Se você bagunçou, ARRUME
4- Se você quebrou, CONSERTE
5- Se você não sabe consertar, CHAME ALGUÉM QUE SAIBA
6- Se você necessita de algo que não lhe pertença, PEÇA
7- Se você não sabe como funciona, NÃO MEXA
8- Se você pediu emprestado, DEVOLVA
9- Se você levou, TRAGA
10- Se não lhe diz respeito, NÃO SE META.
Obs: Não se esqueça que o local do seu trabalho ou a sua escola é a sua 2ª casa.
2- Se você abriu, FECHE
3- Se você bagunçou, ARRUME
4- Se você quebrou, CONSERTE
5- Se você não sabe consertar, CHAME ALGUÉM QUE SAIBA
6- Se você necessita de algo que não lhe pertença, PEÇA
7- Se você não sabe como funciona, NÃO MEXA
8- Se você pediu emprestado, DEVOLVA
9- Se você levou, TRAGA
10- Se não lhe diz respeito, NÃO SE META.
Obs: Não se esqueça que o local do seu trabalho ou a sua escola é a sua 2ª casa.
sábado, 14 de maio de 2011
Isso é fichinha ....

1.Você está numa cela onde existem duas portas, cada uma vigiada por um guarda. Existe uma porta que dá para a liberdade, e outra para a morte. Você está livre para escolher a porta que quiser e por ela sair. Poderá fazer apenas uma pergunta a um dos dois guardas que vigiam as portas. Um dos guardas sempre fala a verdade, e o outro sempre mente e você não sabe quem é o mentiroso e quem fala a verdade.
Que pergunta você faria?
2.Você é prisioneiro de uma tribo indígena que conhece todos os segredos do Universo e portanto sabem de tudo. Você está para receber sua sentença de morte. O cacique o desafia: "Faça uma afirmação qualquer. Se o que você falar for mentira você morrerá na fogueira, se falar uma verdade você será afogado. Se não pu-dermos definir sua afirmação como verdade ou mentira, nós te libertaremos.
O que você diria?

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