quinta-feira, 29 de abril de 2010
Melô do PCOTÓ
quarta-feira, 28 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
O caderno
do primeiro rabisco até o bê-a-bá
em todos os desenhos coloridos vou estar
a casa, a montanha, duas nuvens no céu
e um sol a sorrir no papel
Sou eu que vou ser seu colega,
seus problemas ajudar a resolver
lhe acompanhar nas provas bimestrais, você vai ver
Serei de você confidente fiel,
se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo,
Vou lhe dar abrigo, se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim comigo
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer
[MENSAGEM]
Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno, eu me recordo do meu.
Com ele eu aprendi muita coisa, foi nele que eu descobri que a experiência dos erros. Ela é tão importante quanto às experiências dos acertos
Porque vistos de um jeito certo, os erros,
Eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras
Porque não há aprendizado na vida que não passe pelas experiências dos erros
O caderno é uma metáfora da vida,
Quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo,
Que a nossa professora nos sugeria que a gente virasse a página.
Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços.
Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles,
A gente seguia um pouco mais crescido.
O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos. Erros podem ser fontes de virtudes! Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar à serviço do aprendizado; Ele não tem que ser fonte de culpas e vergonhas. Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida.
Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam. Arrependimentos não!
Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos.
Deus é semelhante ao caderno. Ele nos permite os erros pra que a gente aprenda a fazer do jeito certo.
Você tem errado muito? Não importa, aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de hoje! Recorde-se das lições do seu primeiro caderno. Quando os erros são demais, vire a página!
[FINAL]
O que está escrito em mim comigo
Ficará guardado, se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer
sábado, 24 de abril de 2010
Escolas no campo receberão R$ 12 mil.
Para impedir fechamentos, escolas no campo receberão R$ 12 mil para reformas

A partir de maio, 3.086 escolas públicas da zona rural de todas as regiões do país devem receber R$ 12 mil para realizar reformas na infraestrutura, para adquirir equipamentos e para contratar mão de obra. A verba vem do governo federal, por meio de uma resolução aprovada em abril, que beneficia escolas com até 50 alunos em 24 estados e no Distrito Federal.
“A ideia é que a escola e a comunidade definam juntas o uso do recurso”, afirma a coordenadora geral da educação no campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), do Ministério da Educação (MEC), Wanessa Sechim. “Com a verba queremos impedir o fechamento de escolas na zona rural”, explica.
A resolução número 3, de 1 de abril de 2010, inclui as escolas do campo no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que garante repasse de recurso para as instituições de ensino sem intermédio de secretarias públicas. Para isso, foram selecionadas escolas com associações registradas em cartório, que pudessem receber a verba e que tivessem no máximo 50 alunos.
Dos mais de 52,5 milhões de alunos matrículas na educação básica pública em 2009, apenas 12,7% estudavam em escolas localizadas nas zonas rurais, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em 2008, somente 10% dos concluintes da educação básica estavam em escolas rurais. O mais comum é que os alunos dessas regiões sejam transportados para escolas nas áreas urbanas, segundo o MEC.
“O comum é oferecer escolas pobres para os mais pobres. O que vem para as escolas do campo é de segunda mão das escolas urbanas, até os móveis”, afirma Antonio Munarim, diretor do Instituto de Educação no Campo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
O dinheiro será repassado para escola em Alagoas, Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo Sergipe e Tocantins.
Outra medida para fortalecer a educação nas áreas rurais é oferecer uma licenciatura específica em Educação no Campo em universidades públicas. As instituições concorrem a um financiamento por aluno em um edital e oferecem cursos nos meses de férias as escolas. A ideia é formar professores capacitados para trabalharem as temáticas do campo em sala de aula.
“O termo rural refere-se apenas a localização geográfica das escolas. As escolas do campo estão ligadas a diversidade cultural do campo, que deve ser visto como um espaço de produtividade e sustentabilidade”, avalia a coordenadora de educação do campo do MEC. Por isso, a proposta do Ministério e de movimentos sociais é que haja uma estrutura de ensino e um currículo escolar próprios para as escolas do campo.
“Os movimentos sociais pedem escolas trans-disciplinares, com o ensino por área de conhecimento”, afirma Munarim. O currículo inclui, por exemplo, Ciências Agrárias e Ciências da Natureza. “O professor pode usar o solo da região para explicar as matérias de química”, sugere.
As reivindicações incluem ainda formação específica de professores, ampliação do número de vagas e construção de escolas perto das casas das famílias. “Quando os movimentos sociais conseguem um diálogo com o poder público eles incrementam muito nas políticas públicas”, avalia Wanessa, do MEC.
Por Sarah Fernandes de UOL
Brasil investe mal e pouco na educação.
Brasil investe mal e pouco na educação, conclui estudo.
Em um dos quesitos, que mede quanto os países gastam por cada estudante por ano, o Brasil ficou em último na lista. São apenas US$ 1.303 (R$ 2.749), o que equivale a um décimo do valor empregado pelos Estados Unidos. O Chile, outro país da América do Sul a entrar na lista, investe US$ 2.864 (R$ 6.043).
As disparidades continuam quando se compara a quantidade de investimentos entre cada nível de ensino. O Brasil gasta por ano US$ 1.033 (R$ 2.179) por aluno no ensino médio, ocupando também o último lugar. No ensino fundamental, o país está em penúltimo, ficando à frente apenas da Turquia.
No nível superior, no entanto, o país está em outros patamares. Segundo o estudo, são US$ 9.019 (R$ 19 mil) por estudante por ano, deixando o Brasil no meio da lista, próximo a nações como Espanha e Irlanda, ambas na Europa, e à frente da Coréia do Sul, na Ásia.
PIB
Em termos de porcentagem do PIB (Produto Interno Bruto), a situação brasileira também é ruim, ocupando a antepenúltima posição. O Brasil gasta 3,9% do PIB em educação, contra 8% de Israel, primeira colocada.
O Ministério da Educação não comentou os resultados da pesquisa.
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Excelência, A escola vai mal . Link--> aqui
Mal uso das verbas na Educação do Brasil. Link--> aqui
Opinião: Política no Brasil.
Semelhanças entre seu chefe e sua namorada
1 – Os dois acham que sempre têm razão. E ai de você se discordar!
2 – Os dois raramente te elogiam, e quando elogiam, têm segundas, terceiras ou quintas intenções.
3 – Nos dois casos, a última palavra é sempre sua: “sim, senhor” e “sim, meu amor”.
4 – Sempre tem alguém por perto dos dois, louco pra puxar o seu tapete.
5 – Por mais que você trabalhe duro pra satisfazer os dois, eles nunca estão satisfeitos.
6 – Se você der uma pequena pisada na bola com um dos dois, leva um pequeno sermãozinho de 2 horas.
7 – Os dois odeiam quando você esquece das coisas.
8 – Quando um dos dois te liga numa hora inesperada, pode crer que lá vem bomba.
9 – Por mais que você se esforce, nunca consegue entender a cabeça de nenhum dos dois.
10 – Você vive falando mal, mas, no final das contas, depende dos dois pra comer.
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