segunda-feira, 31 de agosto de 2009

HINOS PÁTRIOS



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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A amazônia é nossa! (Vamos lembrar)

Durante debate recente em uma Universidade, nos Estados Unidos,
o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação, Senador
Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.


Segundo Cristóvão, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:


" De fato, como brasileiro eu simplesmente falariacontra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma óptica humanista,
deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricosdeveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos,
ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um País.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego
provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um País. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas
estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede dasNações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência
dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar a s reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as Crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa.

Só nossa !

E assim o BRAZIL nunca irá a lua. ???


CRISTOVAM BUARQUE

Comemoramos dois aniversários no mesmo dia 16 de julho. Nos Estados Unidos, os 40 anos da partida dos primeiros humanos em direção à Lua; no Brasil, o primeiro aniversário da sanção da Lei do Piso Salarial Nacional para os professores. Ao pisar o solo lunar, o primeiro astronauta disse que dava um pequeno passo para ele, mas um grande salto para a humanidade. De fato, para aquele passo ser dado, foram necessários séculos de educação e pesquisas científicas e tecnológicas.


Foram a ciência e a tecnologia norte-americanas que levaram os primeiros homens à Lua, em consequência de séculos de investimentos em educação. Enquanto os EUA investiam em educação desde os primeiros colonizadores, o Brasil seguiu na direção contrária. Quarenta anos depois da conquista da Lua e das viagens espaciais além do sistema solar, o Brasil ainda não tem suas crianças em escolas com a qualidade necessária. Em consequência, não tem um nível científico e tecnológico capaz de concorrer internacionalmente.


Só em 2008, décadas depois da conquista da Lua, o governo brasileiro criou um piso salarial para os professores e, mesmo assim, esse piso ainda não é cumprido, porque cinco governadores entraram na Justiça para que fosse declarado inconstitucional.


Pouco se fez pela educação no país desde a colonização. Aumentou-se o número de matrículas — mas não de frequência — conclusão, assistência, aprendizado e permanência. Foram criados fundos como o Fundef e o Fundeb, mas o investimento anual na escola pública continua de R$ 1,5 mil por aluno. Criou-se, há um ano, o piso, mas com o valor de R$ 950, quando deveria ser entre R$ 3 mil e R$ 4 mil, por mês. Foram construídas escolas, mas elas não foram equipadas — 20 mil delas nem luz e água têm. Nesses 40 anos, a economia brasileira saltou de um país pobre a uma potência com R$ 2,889 trilhões de renda nacional, mas o Brasil continuou como um dos últimos países do mundo em educação.


Nesse ritmo, vamos comemorar os 100 anos da chegada do homem à Lua antes de termos todas as nossas crianças em escolas bonitas, bem equipadas, que funcionem em horário integral e os professores entre as mais bem remuneradas e respeitadas categorias profissionais.


Sem o piso satisfatório, o bom salário e a boa formação para os professores, não será possível a escola com qualidade. E, sem isso, não vamos ter um bom sistema universitário e, consequentemente, não teremos a ciência e a tecnologia de que o país precisa para alcançar o desenvolvimento.


Trinta anos atrás, a Índia e a China estavam em posição inferior ao Brasil no que se refere ao potencial econômico e às possibilidades de desenvolvimento científico e tecnológico. Hoje, a China já colocou homens no espaço e a Índia já enviou uma nave não tripulada até a órbita da Lua.


Neste mês também comemoramos 15 anos do Plano Real. Poucos acreditaram, em 1994, que o país ia parar uma inflação que durava décadas. Mas um bom plano e o envolvimento da população fizeram com que o Brasil vencesse a inflação.


O Brasil vai comemorar o cinquentenário de Brasília em 2010. Outros países, inclusive os EUA, criaram capitais, mas nenhum outro conseguiu construir a capital tão distante dos centros já habitados, nem fazê-la crescer na velocidade com que o Brasil conseguiu.


Quando os norte-americanos colocaram os primeiros homens na Lua, Brasília tinha 9 anos, era ainda um projeto em construção. Nesses quarenta anos, saímos de um povoado sobre um desenho urbanístico e construímos uma metrópole. Do ponto de vista do esforço físico e econômico, a consolidação de Brasília não é um feito menor do que enviar um homem à Lua, mas, do ponto de vista do esforço intelectual, não há comparação entre os dois feitos.


Qualquer país com vontade coletiva pode fazer uma nova capital em poucas décadas, como Turquia, Nigéria, Cazaquistão. Mas para realizar o desenvolvimento científico e tecnológico do envio de uma nave tripulada até a Lua é preciso o esforço intelectual que começa com a educação de qualidade de todas as crianças. O Brasil ainda não quis dar esse salto.


Ficamos para trás porque até hoje não manifestamos com vigor a vontade de fazer uma revolução na educação de base e fazer os investimentos necessários em ciência e tecnologia. Nesse ritmo, vamos continuar apenas assistindo, de longe, às comemorações dos outros países que, por terem investido em educação, conquistaram a Lua.

artigo publicado no jornal Correio Braziliense em 25/7/2009

COBRAS



COBRAS

Parece brincadeira mas ...
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veja que imagens





segunda-feira, 24 de agosto de 2009




VISITA DO DEPUTADO ESTADUAL
VALDIVINO - TUCURA
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Hoje contamos com a visita ilustre do Deputado Estadual Valdivino Rodrigues de Almeida, PRP – “Valdivino Tucura” que veio a esta Escola apoiar a Equipe gestora em suas atividades, informar sobre os planos do Governo Estadual em reformar a escola até o fim do ano, com inovações que beneficiarão toda a comunidade, não só a estudantil, mas também o corpo docente e administrativo. Ele também comentou sobre assuntos administrativos pessoais referentes aos funcionários, aposentadoria entre outros. Conversou com alguns servidores e com alunos nos corredores e pátio da escola.
A comunidade “Escola Clodoaldo” agradece a visita.





quinta-feira, 20 de agosto de 2009

NOTA DE AGRADECIMENTO




De alma lavada e em agradecimento:

- A Deus pela oportunidade de viver, trabalhar, amar, servir . . .
- A nossos Administradores, pelo bom senso – o que é notório em toda pessoa que ocupa um cargo de chefia de uma grande equipe como é a nossa EDUCAÇÃO;
- A nossos Amigos, colegas de trabalho, do dia-a-dia com os alunos;
- A nossos Amigos, alunos, pais, responsáveis pelo que é hoje a Escola Clodoaldo;
- A nossos Amigos, comunidade, jornalistas, vereadores, Representantes da ALE, funcionários de outras escolas, órgãos públicos e privados que nos deram o apoio de uma equipe solidária com o fato;

Pelo OUVIR a voz da razão e de uma comunidade UNIDA.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

POLITICA OU POLITICAGEM na Edcação ???






Em nossa sociedade há um MAL muito grande chamado POLITIQUEIRO. Ele é um ser que se acha eterno no poder devido a sua forma estranha de manter submisso seus eleitores, através de falácias, troca-troca de administradores públicos, promessas não cumpridas, propaganda enganosa... Uma forma fiel de se manter no poder com a filosofia PÃO e CIRCO.
Na E.E.E.F.M. Clodoaldo Nunes de Almeida, cujo Diretor foi eleito pelos pais, professores e alunos está ocorrendo uma REVOLTA muito grande pelo descaso com que é tratada a nomeação de uma nova equipe gestora – na pura CANETADA, sem consulta, sem aviso, sem sequer satisfação aos pais, alunos e funcionários. Projetos da escola em andamento, servidores que saem para a área rural de Cacoal amanhã de manhã, com um Diretor, voltarão com outro, se a coisa acontecer.
Os professores, indignados com a situação, entregaram um ABAIXO-ASSINADO, para o representante do Secretário de Estado da Educação pondo-se contra tal ato. A comunidade escolar – pais, alunos, professores e a imprensa serão informadas dos mandos e desmandos do governo do estado como se estivesse nomeando um reles assessor que não tem que dar satisfação a ninguém. Uma escola é uma comunidade, que funciona com estrutura, planejamento e cooperação mais da clientela do que o corpo docente em si. Todos foram convidados a participar de amanhã as 7:30h da provável ou possível mudança de cargos.
Somos contra qualquer tipo de arbitrariedade, e principalmente, sem uma justificativa. Qual é o motivo? Meramente um favorzinho de “cumpadi”?
Os professores tem a necessidade de dizer algo a seus alunos, o que explicar? Eles provavelmente questionarão as razões. Esses “garotos e garotas” adolescentes, muitos já adultos compreendem e são eleitores, estão sendo conscientizados de suas responsabilidades e direitos como cidadãos críticos de uma sociedade que evolui muito mais rapidamente que os nossos políticos / administradores conseguem assimilar.